domingo, 27 de fevereiro de 2011

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Como se explica a crise em que vivemos


Pediram a uma prestigiada consultora financeira para explicar de forma simples e clara a crise que estamos a viver, para que as pessoas comuns compreendam as suas causas e consequências. 

Esta foi a sua história. 

Um homem apareceu numa aldeia do interior e ofereceu aos seus habitantes 100 euros por cada burro que lhe vendesse. 

Boa parte da população vendeu os seus animais. 

No dia seguinte voltou e ofereceu melhor preço; 150 euros por cada burro. Outra boa parte da população vendeu os seus. 

Voltou um dia depois e ofereceu 300 euros; O resto do pessoal vendeu os últimos burros. 

Ao ver que não havia mais animais disponíveis, o homem ofereceu 500 euros por cada burro, dando a entender que os compraria na semana seguinte e desapareceu. 

No dia seguinte mandou à aldeia um cúmplice com os burros que tinha comprado, oferecendo-se para os vender a 400 euros cada um. 

Com a ganância de os vender a 500 euros na semana seguinte, todos os aldeões compraram os burros a 400 euros. Quem não tinha dinheiro pediu emprestado. Entretanto, compraram todos os burros da região. 

Como era de esperar, o fulano desapareceu e o cúmplice também, nunca mais se soube nada deles. 

Resultado; A aldeia ficou cheia de burros e de gajos endividados também. 

Isto contou o consultor. Vejamos o que aconteceu depois. 

- Os que tinham pedido dinheiro prestado, por não venderem os burros não puderam pagar os empréstimos; 

- Os que tinham emprestado dinheiro queixaram-se à junta de Freguesia dizendo que se não retomavam o dinheiro ficariam arruinados e então não podiam continuar a emprestar e toda a aldeia ficaria arruinada; 

Para que os prestamistas não se arruinassem, o presidente da junta em vez de dar o dinheiro às pessoas para pagarem as dívidas, emprestou aos próprios prestamistas. Mas estes que já tinham cobrado grande parte do dinheiro, não perdoaram as dívidas aos aldeões que continuaram endividados. 

O presidente da junta desbaratou assim o orçamento da freguesia que ficou também endividada. Então pediu dinheiro a outras freguesias, mas estas negaram-se a ajudar porque como estava empenhada não poderia devolver o que lhe emprestassem. 

Resultado; 

- Os Chico Espertos do inicio ficaram de papo cheio; 

- Os prestamistas com a sua ganância satisfeita e um montão de devedores a quem continuaram a cobrar o que lhe emprestaram e mais os juros e inclusive apropriando-se dos já desvalorizados burros com que nunca conseguiram cobrir toda a divida. 

- Muita gente arruinada e sem burro para toda a vida; 

- A autarquia também arruinada; 

Resultado final: 

Para solucionar esta preocupante situação e salvar toda a aldeia……. 

A autarquia baixou o salário a alguns dos seus funcionários……


sábado, 12 de fevereiro de 2011

Quem escreveu os Lusíadas?

Numa manhã, a professora pergunta ao aluno:
- Diz-me lá quem escreveu 'Os Lusíadas'?

O aluno, a gaguejar, responde:
- Não sei, Sra. Professora, mas eu não fui.

E começa a chorar. A professora, furiosa, diz-lhe:
- Pois então, de tarde, quero falar com o teu pai.

Em conversa com o pai, a professora faz-lhe queixa:
- Não percebo o seu filho. Perguntei-lhe quem escreveu 'Os Lusíadas' e ele respondeu-me que não sabia, que não foi ele...

Diz o pai:
- Bem, ele não costuma ser mentiroso, se diz que não foi ele, é porque não foi. Já se fosse o irmão...

Irritada com tanta ignorância, a professora resolve ir para casa e, na
passagem pelo posto local da G.N.R., diz-lhe o comandante:
- Parece que o dia não lhe correu muito bem...

- Pois não, imagine que perguntei a um aluno quem escreveu 'Os Lusíadas' respondeu-me que não sabia, que não foi ele, e começou a chorar.

O comandante do posto:
- Não se preocupe. Chamamos cá o miúdo, damos-lhe um 'aperto', vai ver que ele confessa tudo!

Com os cabelos em pé, a professora chega a casa e encontra o marido sentado no sofá, a ler o jornal. Pergunta-lhe este:
- Então o dia correu bem?

- Ora, deixa-me cá ver. Hoje perguntei a um aluno quem escreveu 'Os Lusíadas'.
Começou a gaguejar, que não sabia, que não tinha sido ele, e pôs-se a chorar.
O pai diz-me que ele não costuma ser mentiroso. O comandante da G.N.R. quer
chamá-lo e obrigá-lo a confessar. Que hei-de fazer a isto?

O marido, confortando-a:

- Olha, esquece. Janta, dorme e amanhã tudo se resolve. Vais ver que se calhar foste tu e já não te lembras...!



quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

A Lua de ontem



Com menos e mais tempo de abertura. Notasse a falta de lente, foi tirada no máximo com uma 55 - 200